Home Noticias Em áudio vazado, PGJ alerta Tarcísio sobre “mercado de esmeraldas”

Em áudio vazado, PGJ alerta Tarcísio sobre “mercado de esmeraldas”

6
0

A apreensão de esmeraldas durante a Operação Poço de Lobato chamou a atenção do procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, chefe do Ministério Público de São Paulo (MPSP), que compartilhou a inquietação com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) após entrevista coletiva nesta quinta-feira (27/11).

O áudio acabou captado pelos microfones, expondo a apreensão de esmeraldas que ainda não haviam sido comentadas durante a entrevista.

“Governador, foi apreendido agora. A gente precisa ficar de olho no mercado de esmeraldas. Olha isso aqui, tudo com laudo. Tudo com laudo, governador. E é a terceira vez que aparece em operações”, disse Oliveira e Costa a Tarcísio.

Leia também
  • São Paulo

    Tarcísio fala em “operação histórica” contra Refit: “Fraudam R$ 350 milhões por mês”
  • São Paulo

    Justiça autoriza bloqueio de R$ 10 bilhões de alvos ligados ao Grupo Refit
  • São Paulo

    Após operação, Haddad e Tarcísio pressionam por PL do Devedor Contumaz
  • São Paulo

    Derrite comunica a Tarcísio que deixará cargo na SSP em dezembro

A operação cumpriu 190 mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e jurídicas ligadas ao Grupo Refit, a antiga refinaria Manguinhos, que opera no setor de combustíveis. Além de São Paulo, foram cumpridos mandados no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.

-- Anuncios Patrocinados --
Curso Automação sem Limites

Ao todo, foram apreendidos oito sacos de esmeralda. As embalagens têm pesos entre  500g e 740g – o mais pesado é avaliado em R$ 11,1 mil. A informação consta de laudo técnico que mostra que as pedras preciosas, ou “esmeralda bruta”, foram coletadas em Itabira (MG). Os pacotes foram apreendidos em Campinas (SP).

Em agosto, pacotes de esmeralda foram encontrados na casa de Celso Éder Gonzaga, que está preso preventivamente em meio às investigações de fraudes no ICMS que tiveram como alvo varejistas, como a Ultrafarma e a Fast Shop. Como mostrou o Metrópoles, Celso Éder era sócio de um banco falso, junto do fiscal Artur Gomes da Silva Neto, suspeito de receber R$ 1 bilhão em propina.

Fonte: www.metropoles.com