A última superlua de 2025 estará no céu nesta quinta-feira (4/12) e será possível vê-la de São Paulo. Ao Metrópoles, o cientista planetário e coordenador do projeto Exoss, em parceria com o Observatório Nacional, Marcelo De Cicco, deu dicas de como observar o fenômeno.
Durante a noite, a lua cheia estará especialmente maior e mais brilhante, por estar próxima do perigeu – o ponto de maior aproximação da Lua com a Terra.
Marcelo disse que, para ver a última superlua do ano, é preciso “ir a um local onde você possa ver a lua nascer no lado leste e, se possível, vê-la se alçar no céu”.
A astrônoma Dra. Josina Nascimento, também do Observatório Nacional, explicou que todas as luas cheias nascem no horizonte leste ao pôr do sol, no oeste, e permanecem visíveis durante toda a noite, desaparecendo no horizonte oeste ao amanhecer, no leste.
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Para aproveitar ao máximo o fenômeno, é recomendado buscar locais com boa visibilidade do horizonte, longe de poluição luminosa e observar a lua nas primeiras horas após o nascer.
O que é a superlua
Apesar do termo superlua não possuir fundamentação científica, a expressão foi criada em 1979 pelo astrólogo Richard Nolle, que definiu que o adjetivo “super” se aplicaria a uma lua cheia que ocorresse no perigeu ou a até 90% de proximidade desse ponto. No entanto, essa escolha de 90% é arbitrária e não tem base científica reconhecida.
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Prof. Gabriel Hickel – UNIFEI2 de 2
Prof. Gabriel Hickel – UNIFEI
Mesmo assim, alguns especialistas utilizam o termo para se referir às luas cheias ou novas que ocorrem quando o satélite está a 360 mil quilômetros ou menos da Terra.
Outros consideram que a expressão se aplica quando a fase cheia ou nova acontece em um curto intervalo de tempo em relação ao perigeu, ponto da órbita em que a lua se aproxima mais do planeta.
Fonte: www.metropoles.com
































