O restaurante Jamile, que tem cardápio assinado pelo chef Henrique Fogaça, anunciou nesta sexta-feira (28/11) que irá reabrir as portas em julho do próximo ano, por conta de uma reforma no estabelecimento após o desabamento do teto do restaurante, que fica na região da Bela Vista, centro de São Paulo, ocorrido em outubro de 2025.
De acordo com a nota divulgada pelo restaurante, o espaço está passando por “uma fase importante de renovação” e segue fechado temporariamente enquanto a reforma é realizada. O Jamile afirmou que a reabertura virá com um ambiente completamente repaginado, mais moderno e preparado para receber o público com novas experiências.
No momento do acidente, uma mulher morreu sob os escombros do restaurante. Outras sete pessoas ficaram feridas e foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros, com quatro delas passando por avaliação médica devido a dores, escoriações e dificuldades respiratórias. O desabamento, inicialmente atribuído a uma possível explosão de gás, foi posteriormente esclarecido pelas autoridades como resultado do colapso da estrutura, sem indícios de explosão prévia.
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Explosão com desabamento de teto
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Explosão com desabamento de teto
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Uma mulher morreu e outras sete pessoas ficaram feridas após desabamento. Henrique Fogaça somente assina o cardápio, sem administrar o local
Reprodução / Redes Sociais
Relembre o desabamento do Jamile
- O chef Henrique Fogaça lamentou profundamente o desabamento ocorrido em 8 de outubro.
- Uma mulher morreu, cinco pessoas ficaram feridas e duas tiveram abalo psicológico.
- Fogaça não estava no local no momento do acidente.
- Não é sócio nem proprietário do restaurante Jamile.
- Sua atuação se restringe à criação e assinatura do cardápio, sem envolvimento administrativo ou operacional.
Restaurante em bairro tradicional
O Jamile Restaurante foi inaugurado em 16 de setembro de 2015 no tradicional bairro do Bixiga, em São Paulo. Localizado em um antigo prédio de três andares, a arquitetura do local tinha referências rústicas, com paredes de tijolos à vista.
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No salão principal, as mesas dividiam espaço com a cozinha de finalização, aberta e visível aos clientes. O segundo andar era dedicado à cozinha, depósito e área administrativa. Já o terceiro pavimento, de onde era possível ter uma visão ampla do Bixiga, era um rooftop dedicado a festas e eventos.
Fonte: www.metropoles.com


































