A canela, especiaria obtida da casca interna de árvores do gênero Cinnamomum, é utilizada há séculos tanto na culinária quanto em práticas medicinais. O aroma característico e sabor marcante se tornaram populares em receitas doces, salgadas e chás. Nos últimos anos, os benefícios da canela para a saúde passaram a ganhar mais destaque, o que impulsionou seu uso como aliada na prevenção de doenças metabólicas.
Entre os principais ganhos associados ao consumo da canela está a melhora no controle da glicemia. A especiaria pode ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue após as refeições, sendo uma opção complementar ao tratamento de pessoas com diabetes tipo 2.

Riscos do consumo em excesso
Existem dois tipos principais de canela, a canela-do-ceilão e a canela-cássia. Esta última é a mais comum no mercado brasileiro, mas possui níveis mais altos de cumarina, substância que, em grandes quantidades, pode causar danos ao fígado e interferir na coagulação sanguínea.
Por esse motivo, especialistas indicam moderação, especialmente para pessoas com problemas hepáticos, gestantes e quem faz uso de medicamentos anticoagulantes.
Para aproveitar os efeitos positivos, a canela deve ser incluída como parte de uma alimentação equilibrada. A especiaria pode ser polvilhada sobre frutas, mingaus, cafés e vitaminas, sendo uma forma simples e segura de consumo.
Outra opção é o preparo de chá com a canela em pau, respeitando o limite de até duas xícaras por dia. Já o uso em cápsulas ou extratos requer orientação profissional, pois a concentração pode ser mais alta e oferecer riscos quando ingerida sem acompanhamento adequado.


































