A fisioterapeuta Thaysa Aires Dias foi presa, nesta quinta-feira (14/8), em Santos, no litoral sul de São Paulo, acusada de fornecer indevidamente relatórios de avaliações fisioterapêutica e acupunturista a pessoas supostamente vítimas de acidentes de trânsito, com o objetivo de viabilizar o recebimento fraudulento do seguro DPVAT — valor referente aos danos pessoais causados por veículos automotores.
A mulher foi presa em uma operação deflagrada pelo Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DEPATRI) do Pernambuco.
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Mulher está presa em São Vicente
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Mulher é acusada de fornecer falsos atestados
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Fisioterapeuta é presa no litoral
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Carimbo usado por fisioterapeuta em falsos atestados
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Um vídeo mostra os agentes entrando no consultório da suspeita e a informando sobre a operação. Veja vídeo:
Além de prender a fisioterapeuta, a equipe policial de Santos ajudou no cumprimento três mandados de busca e apreensão. Na casa da suspeita, foram encontrados um carimbo oficial e um notebook, contendo documentos relacionados aos fatos apurados em Pernambuco, em 2019 e 2021.
Depois de interrogada, Thaysa Dias foi encaminhada à Cadeia Pública Feminina de São Vicente, onde vai permanecer à disposição da Justiça. Os materiais apreendidos serão encaminhados para perícia.
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Operação contra atestados falsos
- A Operação Sinistro foi deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco e começou em março de 2021 com a finalidade de desarticular uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de falsidade ideológica, estelionato, corrupção ativa e passiva, e uso de documento falso.
- Segundo a polícia, o grupo fornecia relatórios médicos, de avaliação fisioterapêutica e de acupuntura, para viabilizar o recebimento indevido de indenizações do seguro do DPVAT.
- Ao todo, a operação cumpriu 19 mandados de busca e apreensão nas cidades de Recife, Carpina, Limoeiro, Paudalho, Gravatá, Santa Cruz do Capibaribe, Belo Jardim, Cachoeirinha, Riacho das Almas, Brejo da Madre de Deus e Arcoverde, no Pernambuco.
- Também foram cumpridos mandados em Santos, no litoral de São Paulo, e Cabedelo, na Paraíba.
- As autoridades bloquearam ainda os bens de duas empresas, assim como ativos financeiros.
Fonte: www.metropoles.com

































