Um homem de 27 anos quebrou dois dentes, fraturou a mandíbula e sofreu várias escoriações pelo corpo após cair de bicicleta ao passar por um buraco na Rua Lázaro Amâncio de Barros, na Brasilândia, zona norte de São Paulo, no último domingo (30/11).
Em contato com o Metrópoles, Jorge Lázaro contou que descia a rua de bicicleta quando tentou desviar do buraco, mas perdeu o controle. Segundo ele, tudo aconteceu muito rápido.
“Eu estava descendo a rua e, como é uma ladeira, acabei ganhando velocidade. Vi um pedestre atravessando e tentei frear, mas o buraco já estava muito perto. Quando tentei escapar, perdi o controle, passei por cima e capotei”, relatou.
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Homem, de 27 anos, fraturou mandíbula, clavícula e perdeu dois dentes. Moradores reclamam de buracos antigos na Brasilândia
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Homem, de 27 anos, fraturou mandíbula, clavícula e perdeu dois dentes. Moradores reclamam de buracos antigos na Brasilândia
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Com o impacto, Jorge bateu o rosto diretamente no chão. Ele foi socorrido por amigos e levado ao Hospital Municipal Adib Jatene, na Brasilândia. Além da fratura na mandíbula, Jorge quebrou dois dentes e perdeu um. Ele também sofreu ferimentos nas pernas, braços e mãos, levou pontos no queixo e também gengiva.
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“Luta recorrente”
Um comerciante que trabalha próximo ao local, de 45 anos, que preferiu não se identificar, contou que a situação é antiga e que o problema começa em uma tubulação de águas pluviais que passa sob a via.
“Eu tenho um comércio aqui perto desses buracos. Isso é uma luta recorrente. Para resolver de verdade, teria que refazer toda a tubulação. É um encanamento muito antigo e que não comporta mais o volume de água quando chove forte”, explicou.
Ele ainda afirmou que a Prefeitura realiza apenas reparos superficiais no asfalto. O comerciante também disse que já abriu diversos protocolos solicitando reparos e melhorias, e que algumas vezes equipes da Prefeitura já foram ao local, mas mesmo assim os buracos voltam a aparecer.
Jorge já recebeu alta do hospital e segue em recuperação em casa. Ele conta que ainda sente fortes dores pelo corpo, principalmente na região da mandíbula e da clavícula. Em tom de desabafo, afirmou: “Só não morri porque não era minha hora”.
O Metrópoles também tentou contato com a Prefeitura de São Paulo, mas não obteve retorno, até a última publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.
Fonte: www.metropoles.com

























