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Sexto suspeito de espancar policial civil até a morte é preso em SP

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Alesson Monteiro de Sena, conhecido como “Piauí”, de 35 anos, foi preso nessa segunda-feira (22/9), em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. Ele é um dos sete homens suspeitos de espancar até a morte o policial civil Caio Bruno, no início do mês, na Favela do Gato.

Piauí estava foragido e foi capturado por policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubos (Garra) na Rua Engenheiro Mesquita de Sampaio. Ele é o sexto preso na investigação do homicídio do policial do Denarc.

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“O homem foi levado à 1ª Delegacia da DISE/DENARC, onde permaneceu à disposição da Justiça. Diligências prosseguem para localizar o último foragido”, informou a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou sete suspeitos: Alesson Monteiro de Sena, o Piauí; Julio César Lopes de Oliveira, conhecido como Carioca; Tiago Bezerra de Almeida; Vitor Ribeiro de Souza; William Moreira Mendes; Dino Zan Alves, conhecido como Mun Rá; e Marcelo Gomes dos Santos, o único que segue foragido. Segundo a promotoria, todos eles integram uma organização criminosa que atua com tráfico de drogas.


Morte de policial civil

  • Caio Bruno, policial civil de 33 anos que atuava no Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes (Denarc), foi encontrado morto, com sinais de linchamento, na Favela do Gato, no Bom Retiro, no centro de São Paulo, na noite do dia 2 de setembro.
  • Ele foi morto com pancadas na cabeça e ficou com a face desfigurada após atirar contra William Moreira Mendes.
  • A arma dele, junto de um carregador estendido, com 25 munições intactas, foi deixada no local pelos agressores, a poucos metros de distância do corpo.
  • O policial teria tentado arrombar a porta de um apartamento, provocando uma reação violenta dos moradores.
  • O motivo para o agente estar sozinho e tentar ingressar no imóvel, sem mandado judicial, é investigado.
  • Caio Bruno ingressou na Polícia Civil paulista em 12 de fevereiro de 2021. Ele deixou um filho de 2 anos.

 

Fonte: www.metropoles.com